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6(FATEC - 2020)Número Original: 16Código: 7877198

Primeiro semestre

Causas do fracasso do sistema de ocupação territorial das capitanias hereditárias no Brasil do início da colonização portuguesa.g
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Questão de Vestibular - FATEC 2020
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O projeto de ocupação populacional da Colônia foi estabelecido entre 1534 e 1536, com a adoção do sistema de capitanias hereditárias, que ja havia sido empregado com sucesso nas ilhas atlânticas e, além do Brasil, seria estendido à Angola. O objetivo do rei D. João Ill com o sistema de capitanias hereditárias era promover a ocupação territorial, transferindo o ônus para particulares. O sistema consistia na concessão pelo rei de extensos domínios a particulares, os quais recebiam uma carta de doação real e um foral, no qual estavam especificadas suas obrigações. O donatário, nome dado ao particular que recebia a capitania, tinha o direito de explorá-la economicamente, administrar a Justiça e, ao mesmo tempo, estava obrigado a se sujeitar à autoridade da Coroa, a recolher os tributos e a expandir a fé católica, entre outras atribuições. Cabia ao donatário, ainda, a concessão de sesmarias, grandes extensões de terras que estão na origem do latifúndio no Brasil. O sistema, contudo, começou a apresentar problemas para os donatários. Poucas foram as capitanias que efetivamente prosperaram. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, algumas das causas do fracasso do sistema descrito no texto. (A) A maior parte dos donatários enfrentou a resistência dos grupos indígenas à ocupação de seus territórios tradicionais, os altos custos de manutenção e de desenvolvimento das capitanias e/ou a falta de assistência por parte da Coroa portuguesa. (B) Por serem de origem nobre, os donatários não demonstraram as habilidades necessárias para administrar adequadamente os recursos econômicos de suas capitanias e gerar lucros, forçando a Coroa portuguesa a promulgar a Lei de Terras. (C) A natureza política do sistema de capitanias hereditárias foi questionada pela burguesia portuguesa, que recorreu a cortes internacionais para impedir a distribuição da maior parte das terras americanas aos membros da nobreza. (D) O declínio do sistema é consequência do fracasso agrícola, causado pela alternância de períodos de chuva intensa e secas prolongadas, características do clima de monções predominante na maior parte do território americano. (E) O sistema entrou em colapso quando a terceira geração de donatários foi derrotada na guerra contra os corsários franceses, que, após a vitória, ocuparam os territórios das antigas capitanias hereditárias.


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     C     
     D     
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7(FATEC- SP - 2012)Número Original: 16Código: 6009842

Primeiro Semestre

Estrutura da mão-de-obra no sistema econômico do período colonial brasileiro.g
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Questão de Vestibular - FATEC 2012
Questão de Vestibular - FATEC 2012
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“Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e au- mentar fazenda" (ANTONI, André João. Cultura e opulência do Brasil. Belo Horizonte: lata, 1982, p 69) No trecho citado, parte de uma obra publicada em 1711, o jesuíta Antonil (A) toma evidente que o trabalho escravo constituiu a base da exploração econômica em setores essenciais da economia colonial. (8) fomece argumentos para o combate movido pela Igreja contra a escravização de indígenas e africanos nos domínios coloniais portugueses. (C) explica por que a escravidão foi importante no empreendimento açucareiro, mas teve papel secundário e marginal na exploração mineradora. (D) justifica a brandura da escravidão no Brasil e sugere uma explicação para a “democracia racial” predominante na sociedade colonial brasileira (E) condena as tentativas de introduzir trabalhadores livres, trazidos da Europa, para substituir a mão-de-obra escrava nas lavouras de café


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8(FATEC- SP - 2010)Número Original: 3Código: 5974490

Segundo Semestre

Bandeiras, entradas e moções
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Questão de Vestibular - FATEC 2010
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De acordo com o historiador Boris Fausto, A grande marca deixada pelos paulistas na vida colonial do século XVII foram as bandeiras. (FAUSTO, Boris. História concisa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial e Edusp, 2001. p. 51.) A afirmação pode ser considerada correta, pois (A) foi nesse período que expedições reunindo brancos, índios e mamelucos, chefiados pelos paulistas, lança- ram-se pelo sertão em busca de índios a serem escravizados e de metais preciosos que colocariam o Brasil na era do ouro. (B) os paulistas, através das bandeiras, marcaram seu poder político de São Paulo a Minas Gerais, se fixando na capitania do Rio de Janeiro e transformando-a em sede colonial. (C) esse século representou a presença dos paulistas em postos públicos de poder, presença essa alternada por vezes pelos mineiros, os donos de minas de ouro, tudo a mando da metrópole. (D) a descoberta, no século XVII, de minas de ouro na atual região das Minas Gerais, pelos paulistas, lhes ga- rantiu prestígio e o direito de investir suas riquezas nas futuras fazendas de café. (E) as bandeiras e o apresamento de indígenas para a escravidão significaram uma diminuição do uso da mão- de-obra negra e o início do caminho para a abolição definitiva do tráfico de escravos africanos.


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9(FATEC- SP - 2010)Número Original: 1Código: 5974652

Primeiro Semestre

Bandeiras, entradas e moções
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Questão de Vestibular - FATEC 2010
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Neste caso, como em quase tudo, os adventícios [que chegaram depois] deveriam habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio nada acrescentariam aqueles de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mameluco, o incipiente sistema de viação que aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas, sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos. (HOLANDA, Sérgio Buarque de. Caminhos e Fronteiras. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, pág. 19. Adaptado.) Segundo o historiador Sérgio Buarque de Holanda, sobre os indígenas e os sertanistas que circulavam pelo sistema de estradas que ligavam a vila de São Paulo ao sertão e à costa, é correto afirmar que (A) os sertanistas precisaram construir muitas vias de acesso entre São Paulo e o sertão, substituindo as poucas e estreitas veredas abertas pelos indígenas. (B) os indígenas foram importantes colaboradores dos paulistas nas entradas. (C) os sertanistas, ao contrário dos indígenas, pouco sabiam da arte de transpor as matas e escolher o melhor lugar para fazer pouso. (D) os sertanistas não conseguiram se adaptar aos recursos materiais dos indígenas. (E) os indígenas se diferenciavam dos sertanistas por terem uma capacidade maior de transpor montanhas e plantar mantimentos.


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10(FATEC- SP - 2011)Número Original: 4Código: 6011588

Segundo Semestre

Economia do Açucar
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Questão de Vestibular - FATEC 2011
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Segundo o historiador Fernando Novais, o pacto colonial “define o sistema colonial porque é através dele que as colônias preenchem sua unção histórica, isto é, respondem aos estímulos que lhes deram origem, que formam a sua razão de ser, enfim, que lhes dão sentido” (NOVAIS, Fernando A. O Brasil nos quadros do Antigo Sistema Colonial. In: MOTA, Carlos Guilherme (org). Brasil em perspectiva. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1973, p. 4763) Considerando as ideias expostas, é correto afirmar que a exploração açucareira, no nordeste do Brasil Colonial, (A). pode ser considerada uma exceção, visto que a montagem do sistema açucareiro atendeu muito mais às condições existentes na colônia do que aos interesses comerciais da metrópole. (8) - contrariava os objetivos gerais do colonialismo mercantilista, uma vez que grande parte dos lucros obtidos com a comercialização do açúcar era apropriada pelos senhores de engenho, em detrimento da burguesia mercantil metropolitana (C) seguiu a lógica particular do colonialismo português de obter lucros elevados mediante a redução nos custos da produção, razão pela qual o açúcar foi o produto escolhido, visto que essa atividade exigia investimentos iniciais bastante modestos. (D) . atendeu plenamente à lógica mercantlista dos empreendimentos coloniais, promovendo uma atividade apoiada no tripé — latifun- dio, monocultura é escravidão africana — altamente lucrativa e que contribuia para a acumulação de capitais na metrópole. (E) foi coerente com os quadros gerais do sistema colonial no que diz respeito ao produto, muito valorizado nos mercados interna- cionais, mas não no tocante ao uso de mão de obra africana, visto que a mão de obra indigena era mais abundante e barata


Esta questão é discursiva e ainda não possui gabarito cadastrado!
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