Indique a situação existencial de mendigos e cachorros de rua, implícita na tira, que leva a personagem a equipará-los. (A) Livre-arbítrio. (B) Malandragem. (C) Conforto. (D) Liberalidade. (E) Abandono.
Com a frase “a recíproca não é verdadeira”, a personagem da tira sugere que (A) os cães não são amigos entre si. (B) a amizade entre homens e cães é ilusória. (C) os homens são mais egoístas do que os cães. (D) o homem só é amigo de si mesmo. (E) o homem não é o melhor amigo do cão.
No contexto do poema, “estrada da vida” é uma imagem que significa (A) a existência do eu lírico. (B) as traições de amigos. (C) a proximidade da morte. (D) os trajetos em estradas íngremes. (E) as decepções do eu lírico.
Ao contradizer a mãe, após ouvir esta dizer “Pois coitados!...” a personagem Maria manifesta (A) uma ingenuidade natural de jovem diante dos problemas dos adultos. (B) um conceito do que deveria ser bom e justo no modo de governar. (C) a mania costumeira de sempre fazer reparos as opiniões maternas. (D) um desejo de discutir com o tio e demonstrar que o julga- mento deste está errado. (E) a indignação natural de quem não consegue entender bem a realidade.
O tema abordado pela tira é tratado de modo (A) esperançoso. (B) afetivo. (C) sarcástico. (D) ilógico. (E) otimista.