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Questão Original (utilizada como base da comparação)

(ENEM - 2010)Número Original: 124Código: 3334

Segunda Aplicação - Segundo Dia - Prova Azul

Crônicas (Interpretação de textos)
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Estes assuntos não são relacionados a questão? Discorda dessa classificação?

Questão de Vestibular - ENEM 2010
Questão de Vestibular - ENEM 2010
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O “politicamente correto” tem seus exageros, como chamar baixinho de “verticalmente prejudicado”, mas, no fundo, vem de uma louvável preocupação em não ofender os diferentes. É muito mais gentil chamar estrabismo de “idiossincrasia ótica” do que de vesguice. O linguajar brasileiro está cheio de expressões racistas e preconceituosas que precisam de uma correção, e até as várias denominações para bêbado (pinguço, bebo, pé-de-cana) poderiam ser substituídas por algo como “contumaz etílico”, para lhe poupar os sentimentos. O tratamento verbal dado aos negros é o melhor exemplo da condescendência que passa por tolerância racial no Brasil. Termos como “crioulo”, “negão” etc. são até considerados carinhosos, do tipo de carinho que se dá a inferiores, e, felizmente, cada vez menos ouvidos. “Negro” também não é mais correto. Foi substituído por afrodescendente, por influência dos afro-americans, num caso de colonialismo cultural positivo. Está certo. Enquanto o racismo que não quer dizer seu nome continua no Brasil, uma integração real pode começar pela linguagem. VERÍSSIMO, LF Peixe na cama. Diário de Pernambuco. 10 jun. 2006 (adaptado) Ao comparar a linguagem cotidiana utilizada no Brasil e as exigências do comportamento “politicamente correto”, o autor tem a intenção de O criticar o racismo declarado do brasileiro, que convive com a discriminação camuflada em certas expressões linguísticas. O defender o uso de temos que revelam a despreocupação do brasileiro quanto ao preconceito racial, que inexiste no Brasil. O mostrar que os problemas de intolerância racial, no Brasil, já estão superados, o que se evidencia na linguagem cotidiana. O questionar a condenação de certas expressões consideradas “politicamente incorretas”, o que impede os falantes de usarem a linguagem espontaneamente. O sugerir que o país adote, além de uma postura linguística “politicamente correta”, uma política de convivência sem preconceito racial.


Opções de Resposta: 
     A     
     B     
     C     
     D     
     E     


Nível de Semelhança

Exatamente Igual

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Resultados Encontrados: 942

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Crônicas (Interpretação de textos)

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1(UNICAMP- SP - 2020)Número Original: 63Código: 7507839

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Questão de Vestibular - UNICAMP 2020
Questão de Vestibular - UNICAMP 2020
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O poema abaixo vem impresso na orelha do livro Psia, de Arnaldo Antunes. Psia é feminino de psiu; que serve para chamar a atenção de alguém, ou para pedir silêncio. Eu berro as palavras no microfone da mesma maneira com que as desenho, com cuidado, na página. Para transformá-las em coisas, em vez de substituírem as coisas. Calos na língua; de calar. Alguma coisa entre a piscina e a pia. Um hiato a menos. (Arnaldo Antunes, Psia. Sao Paulo: lluminuras, 2012.) Na orelha do livro, Antunes apresenta ao leitor seu processo de criação poética. E correto dizer que o autor se propõe a a) revelar a primazia da comunicação oral sobre a escrita das palavras. discutir a flexão de gênero, que torna a palavra “psia” um substantivo. defender a conversão das palavras em coisas, mudando seu estatuto. explorar o poder de representação da interjeição exclamativa “psiu!”.


Opções de Resposta: 
     A     
     B     
     C     
     D     
     E     




2(UNICAMP- SP - 2020)Número Original: 62Código: 7507837

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Questão de Vestibular - UNICAMP 2020
Questão de Vestibular - UNICAMP 2020
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No livro A cabra vadia: novas confissões, Nelson Rodrigues inicia a crônica “Os dois namorados” com a seguinte afirmação: “há coisas que um grá-fino só confessa num terreno baldio, à luz de archotes, e na presença apenas de uma cabra vadia.” Na crônica “Terreno baldio” ele recorre ao mesmo animal para explicar a ideia que teve de criar “entrevistas imaginárias": “Não podia ser um gabinete, nem uma sala. Lembrei-me, então, do terreno baldio. Eu e o entrevistado e, no máximo, uma cabra vadia. Além do valor plástico da figura, a cabra não trai. Realmente, nunca se viu uma cabra sair por aí fazendo inconfidências.” (Nelson Rodrigues, 4 cabra vadia: novas confissões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016, p. 52 e160.) O carater confessional associado a figura da cabra nas crônicas tem relação com a) a veracidade dos depoimentos que o cronista testemunha nas entrevistas. b) a impostura dos contemporâneos que são objeto dos comentários do cronista. c) a antipatia do jornalista no que diz respeito à busca de identidade dos artistas entrevistados. d) a sinceridade dos intelectuais que são objeto das crônicas dos jornalistas.


Opções de Resposta: 
     A     
     B     
     C     
     D     
     E     




3(UNICAMP- SP - 2020)Número Original: 68Código: 7507807

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Questão de Vestibular - UNICAMP 2020
Questão de Vestibular - UNICAMP 2020
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— Pela milionésima vez, por favor, “se amostrar” não existe. Não pega bem usar uma expressão incorreta como essa. — Ora veja, incorreto para mim é o que não faz sentido, “se amostrar” faz sentido para boa parte do país. — Por que você não usa um sinônimo mais simples da palavra? Que tal “exibido”? Todo mundo conhece. — Não dá, porque quem se exibe é exibido, quem se amostra é amostrado. Por exemplo: quando os vendedores de shopping olham com desprezo para os meninos dos rolezinhos e moram no mesmo bairro deles, são exibidos. Eles acham que a roupa de vendedor faz deles seres superiores. Por outro lado, as meninas e os meninos dos rolezinhos vão para os shoppings para se amostrar uns para outros, e são, portanto, amostrados. Percebeu a sutileza da diferença? — Entendo, mas está errado. — Como é que está errado se você entende? Você não aceita a inventividade linguística do povo. “Amostrar” é verbo torto no manual das conjugações e “amostrado” é particípio de amostra grátis! Captou? (Adaptado de Cidinha da Silva, Absurdada. Disponível em http://notarodape. blogspot. com/ search/label/Cotidiano. Acessado em 22/05/2019.) Considerando que a comparação entre modos de falar pode ser fonte de preconceito, o exemplo citado por uma das personagens da crônica a) reforça o preconceito em relação às turmas de jovens de um mesmo bairro, com base nos significados de “amostrado” e “exibido”. b) explicita o preconceito, valendo-se de “amostrado” e “exibido” para distinguir dois grupos de jovens do mesmo bairro. c) dissimula o preconceito e reconhece que “se amostrar” é, de fato, um verbo que não está de acordo com as normas gramaticais. d) refuta o preconceito e confirma o desconhecimento da regra de formação do particípio passado do verbo “se amostrar”.


Opções de Resposta: 
     A     
     B     
     C     
     D     
     E     




4(UNESP- SP - 2020)Número Original: 3Código: 7505923

Primeira Fase - Prova de Conhecimentos Gerais

Crônicas (Interpretação de textos)
Informar Erro na Classificacao das Questões
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Questão de Vestibular - UNESP 2020
Questão de Vestibular - UNESP 2020
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Considerando o contexto, as lacunas numeradas no terceiro parágrafo do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por (A) humildade e vaidade. (B) necessidade e cobiça. (C) miséria e inveja. (D) preguiça e ganância. (E) avareza e luxúria.


Opções de Resposta: 
     A     
     B     
     C     
     D     
     E     




5(UNESP- SP - 2020)Número Original: 2Código: 7505900

Primeira Fase - Prova de Conhecimentos Gerais

Crônicas (Interpretação de textos)
Informar Erro na Classificacao das Questões
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Questão de Vestibular - UNESP 2020
Questão de Vestibular - UNESP 2020
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À questão colocada por D. João IV, Antônio Vieira (A) responde de maneira categórica. (B) opta por não emitir uma opinião. (C) finge não tê-la compreendido. (D) admite a incapacidade de respondê-la. (E) responde de forma eniamática.


Opções de Resposta: 
     A     
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     E     




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