De Karl Marx a Max Weber, a teoria social clássica acreditava que as grandes cidades do futuro seguiriam os passos
industrializantes de Manchester, Berlim c Chicago — e, com efeito, Los Angeles, São Paulo e Pusan (Coréia do Sul)
aproximaram-se de certa forma dessa trajetória. No entanto, a maioria das cidades do hemisfério sul se parece mais
com Dublin na época vitoriana, que, como enfatizou o historiador Emmet Larkin, não teve igual em meio a “todos
os montes de cortiços produzidos pelo mundo ocidental no século XIX, uma vez que os seus cortiços não foram
produto da Revolução Industrial”
IKE DAW
‘Adapt de Planeta eel, Sao Paulo: Boitempo, 2006
De forma diferente do que ocorreu nos países desenvolvidos, o crescimento das cidades na maior parte dos
países subdesenvolvidos está relacionado ao processo de:
(A) periferização da atividade industrial, com intensos fluxos pendulares
(B) urbanização fundamentada no setor terciário, com alto nível de informalidade
(C) - favelização nas periferias, com predomínio de empregos no setor industrial de base
ID) metropolização em um ponto do território, com população absorvida pelo setor quaternário