Ninguém imaginou (£. 16)
Ninguém previu (£. 18-24)
A repetição do vocábulo ninguém, nos dois últimos parágrafos do texto, reforça o seguinte
sentido:
(A) flexibilidade do ponto de vista
(B) contestação da verdade factual
(C) dimensão do otimismo ingênuo
(D) necessidade de crítica ao passado