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À relação de todas as cidades litorâneas brasileiras com o mar,
onde existem terminais portuários, esta intimamente ligada ao
papel histórico da economia brasileira com os portos. Essa
história vai das instalações rudimentares, implantadas logo
após o descobrimento, até os grandes complexos portuários e
terminais especializados hoje, existentes ao longo de toda sua
costa.
No contexto da modernização dos portos, um fator é
importante: a distância entre o ponto de saida e o de
recebimento. Assim, o Nordeste tem um enorme potencial
logístico, especialmente o Maranhão, um dos mais promissores
corredores de exportação do pais. Alem da questão geográfica
maranhense, há vários argumentos econômicos e estratégicos,
como a função intermodal entre rios, estradas e ferrovias,
areas de produção agricola, mineral e energética que escoam
produtos por caminhos mais curtos. Essa Hinterlândia - área de
influência econômica servida pelo porto - abrange mais de 20
milhões de hectares e possui a vantagem de estar interligada
pelos modais ferroviário e rodoviário.
www. sbpcnet.org.brilivro/5/ra/programas/conf_simp/textos/raimundokappel.htm.
Texto Il
esa Ferrovia de Integração Oeste-Leste - FIOL
—— Ferrovia Norte-Sul - FNS
aa Ferrovia Transnordestina
== Ferrovia Carajás - EFC
[] Hinterlândia Porto do Itaqui
www.terra.com.br/istoedinheiro-temp/edicoes/61 3/imprime143384.htm.
Nas opções, o numeral 1 representa o contexto
socioeconômico do Porto do Itaqui, no Maranhão; o 2, 0
acesso ferroviário a esse mesmo porto, no referido Estado.
Considerando o contexto e o acesso, o Porto do Itaqui
compreende, respectivamente,
a) (1) o escoamento da maior parte das exportações dos
estados do Goiás e do Distrito Federal, exportações do
agronegócio do Mapitoba (Mato Grosso, Piaui, Tocantins e
Bahia) e dos grãos provenientes do Mato Grosso do Sul e
Para; (2) um sistema ferroviário composto pela Estrada de
Ferro Serra dos Carajás - EFC, Ferrovia Norte-Sul - FNS,
Companhia Ferroviária do Nordeste - CFN e Ferrovia de
Integração Sul-Nordeste - FISN.
b) (1) o escoamento da maior parte das exportações dos
estados do Tocantins e do Para, exportações do
agronegócio do Mapitoba (Mato Grosso, Para, Tocantins e
Bahia) e dos grãos provenientes do Mato Grosso do Sul e
Para; (2) um sistema ferroviário composto pela Estrada de
Ferro Sul - Para - EFC, Ferrovia Norte-Sul - FNS, Ferrovia
Transnordestina e Ferrovia de Integração Sul-Nordeste -
FISN.
c) (1) o escoamento da maior parte das exportações dos
estados do Tocantins e do Piauí, exportações do
agronegócio do Mapitoba (Mato Grosso, Piauí, Tocantins e
Brasilia) e dos grãos provenientes do Mato Grosso do Sul,
Goias e Para; (2) um sistema ferroviário composto pela
Estrada de Ferro Sul - Carajas - EFC, Ferrovia Norte-
Sudeste - FNS, Companhia Ferroviária do Nordeste - CFN
e Ferrovia de Integração Oeste-Leste — FIOL.
d) (1) o escoamento da maior parte das exportações dos
estados do Tocantins e do Piauí, exportações do
agronegócio do Mapitoba (Maranhão, Piauí, Tocantins e
Bahia) e dos grãos provenientes do Mato Grosso, Mato
Grosso do Sul e Para; (2) um sistema ferroviário composto
pela Estrada de Ferro Carajas - EFC, Ferrovia Norte-Sul —
FNS, Ferrovia Transnordestina e Ferrovia de Integração
Oeste-Leste - FIOL.
e) (1) o escoamento da maior parte das exportações dos
estados do Mato Grosso e do Paranã, exportações do
agronegócio do Mapitoba (Maranhão, Piauí, Tocantins e
Brasilia) e dos grãos provenientes do Mato Grosso do Sul,
Mato Grosso e Para; (2) um sistema ferroviário composto
pela Estrada de Ferro Carajás - EFC, Ferrovia Norte-
Sudeste - FNS, Companhia Ferroviária Transnordestina —
CFN e Ferrovia de Integração Sul-Norte — FISN.